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4 erros que afetam a segurança no condomínio

segurança no condomínioUma das prioridades dentro de um condomínio é certamente a segurança. Sem ter segurança, os moradores não ficam tranquilos, e o lugar tende a perder prestígio e ficar com má fama, sendo até evitado pelas pessoas de fora.

Com a tecnologia sofisticada disponível hoje em dia, não há motivos para descuidar desse fator. Só que, ainda assim, é comum acontecerem falhas nesse sentido. Quer saber quais são, a fim de evitá-los? Confira abaixo 4 erros que ainda comprometem a segurança no condomínio!

1. A desatualização do sistema de monitoramento

O sistema eletrônico é fundamental para aprimorar a segurança no condomínio. No entanto, é importante que ele esteja sempre atualizado para funcionar corretamente. Da mesma forma que a tecnologia avança, também se desenvolvem as formas de burlar a tecnologia de segurança.

O que acaba acontecendo é que sistemas defasados podem não ser tão eficazes contra as novas técnicas de invasão.

Além das câmeras 24 horas (que já se tornaram muito populares), existem outros recursos que ajudam a melhorar a segurança. Os vídeos que são gravados, por exemplo, já têm a oportunidade de ser analisados por softwares capazes de identificar padrões de comportamento dos moradores. Com essas análise, é possível desenvolver outras medidas de segurança.

Até a tecnologia mais avançada, como os drones, já podem ser usados para ações de “espionagem”, de observação à distância, favorecendo que os seguranças se aproximem no momento certo em casos suspeitos.

Outras dicas são a instalação de um sistema biométrico, que identifica as pessoas autorizadas (cadastradas), de cercas e sensores elétricos, de alarmas que disparam o alerta, avisando à central de atendimento, de aplicativos que conectam os moradores diretamente com os vigilantes e síndico e até de quartos de pânico nas unidades do prédio.

2. A falta de cooperação dos moradores

Somente o sistema de segurança não é suficiente para garantir a segurança no condomínio— as pessoas também precisam cooperar, utilizando os recursos disponíveis e, acima de tudo, tomando atitudes preventivas, que visem dificultar a ação de criminosos.

É importante seguir as normas de segurança e as orientações do síndico e dos vigilantes, facilitando o trabalho do porteiro, principalmente no momento de receber encomendas (devem ser recebidas na portaria e não no apartamento).

Os condôminos devem saber como se comunicar em situações de suspeita ou perigo. Tudo precisa ser definido em assembleias e posto em prática diariamente. As falhas de um morador podem pôr em risco a segurança de seu vizinho.

3. Os profissionais de segurança não são devidamente qualificados

Não basta saber brigar ou manusear uma arma de fogo para ser vigilante. O profissional deve ter curso e treinamento para saber como agir em diferentes situações. Por isso, é importante conferir suas qualificações e referências.

Existem vigilantes que pertencem a empresas de terceirização renomadas que atualizam sempre os conhecimentos dos funcionários e fazem treinamentos periódicos conforme as normas legais.

O vigilante deve ser uma pessoa sóbria, psicologicamente saudável e pronta para lidar com situações críticas sem perder o autocontrole.

4. A região em que fica o condomínio não é bem conhecida

Outra falha que pode comprometer a segurança no condomínio é a falta de conhecimento suficiente sobre o entorno. É importante mapear a região e implementar medidas preventivas a partir desse mapeamento.

É recomendado conhecer as pessoas que costumam andar pela rua em que se localiza o condomínio, saber quais são as vias e acesso, se a iluminação pública é satisfatória, se existem locais que podem ser utilizados como refúgio para pessoas mal-intencionadas, se há postos policiais por perto.

Enfim, é preciso conhecer o terreno em que se está pisando e morando.

Como classificaria a segurança no condomínio que gerencia? Quais os pontos fortes e fracos dessa segurança? Faça seu comentário!

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